Migração das Aplicações Escolares para a Cloud
Documento orientador que clarifica o processo de migração das aplicações escolares para a cloud, incluindo financiamento, requisitos, modelos de adoção e condições de implementação pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas.
_Financiamento
O montante atribuído resultou dos dados disponíveis nos sistemas centrais no momento da definição do procedimento.
A atribuição desta verba destinou-se exclusivamente aos agrupamentos cujas aplicações ainda não se encontravam alojadas na Cloud à data da recolha da informação que serviu de base ao cálculo.
O cálculo teve por base a informação disponível nos sistemas centrais, bem como nos elementos recolhidos junto dos fornecedores das aplicações locais.
O financiamento disponibilizado configura um apoio financeiro inicial, pelo que poderá não cobrir a totalidade dos encargos.
Sim. Os custos finais dependem das opções adotadas por cada Agrupamento de Escolas e dos serviços contratados, podendo existir encargos adicionais.
Sim. Os Agrupamentos de Escolas devem considerar eventuais custos recorrentes associados à utilização e manutenção das soluções adotadas.
Podem existir custos anuais associados aos serviços disponibilizados pelos fornecedores, devendo estes ser considerados na avaliação da solução a adotar.
Não existe garantia de financiamento para anos futuros.
Não se encontra previsto reforço automático do financiamento atribuído.
Este é um processo evolutivo e poderão existir ajustamentos ou novas fases de implementação, não existindo, contudo, garantia de financiamento adicional.
A requisição de verbas deve cingir-se aos montantes indispensáveis para a liquidação das despesas comprovadamente devidas.
Não. As verbas devem ser requisitadas de acordo com a informação disponibilizada nas Área Reservada das Escolas.
Não. As regras de financiamento não permitem a transferência de verbas entre rubricas, independentemente do sentido da transferência.
Cada Agrupamento de Escolas deve avaliar e assumir os encargos associados às soluções que decidir adotar, incluindo eventuais custos futuros.
A adoção de soluções Cloud constitui uma decisão do Agrupamento de Escolas, que deve avaliar os custos e benefícios associados à solução pretendida.
_Modelos de Adoção Cloud
Não. Não existe obrigação de concentrar todas as aplicações escolares num único ambiente Cloud. Os Agrupamentos de Escolas podem adotar soluções diferenciadas, desde que sejam asseguradas a interoperabilidade, a segurança e a continuidade do serviço.
Sim. É admissível a adoção de modelos multicloud, desde que sejam garantidas a interoperabilidade entre sistemas, a segurança da informação e a continuidade dos serviços.
Não. Não existe um modelo único de Cloud definido. Cada Agrupamento de Escolas pode optar pela solução que melhor se adeque ao seu contexto e às suas necessidades, desde que sejam cumpridos os requisitos estabelecidos.
Não. Não existe obrigação de recorrer a um integrador único para assegurar o processo de migração das aplicações escolares para a Cloud.
Não necessariamente. O recurso a um integrador depende do modelo de implementação adotado pelo Agrupamento de Escolas e dos serviços disponibilizados pelos fornecedores das aplicações.
Sim. A utilização de abordagens de migração do tipo lift and shift é admissível, desde que sejam asseguradas as condições necessárias para a continuidade do serviço e o adequado funcionamento das aplicações.
Não. O modelo privilegia soluções disponibilizadas em ambiente Cloud, não exigindo, em regra, a aquisição de infraestrutura local adicional para efeitos de migração.
São privilegiadas soluções SaaS interoperáveis, num modelo descentralizado, multifornecedor e predominantemente baseado em cloud pública, sem imposição de plataformas específicas.
_Requisitos da Solução
As soluções adotadas devem garantir condições adequadas de integração, segurança, continuidade de serviço e interoperabilidade com os restantes sistemas utilizados pelas escolas.
Sim. As soluções atualmente utilizadas podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Sim. As soluções devem assegurar a integração com os sistemas centrais relevantes, permitindo a troca de informação necessária ao funcionamento dos serviços e processos escolares.
As soluções devem garantir níveis adequados de segurança da informação, proteção dos dados e continuidade do serviço.
As soluções devem cumprir os requisitos legais aplicáveis em matéria de proteção de dados pessoais e demais obrigações legais associadas à sua utilização.
A interoperabilidade deve ser garantida através de mecanismos aplicacionais adequados, nomeadamente através da utilização de interfaces e serviços que permitam a comunicação entre sistemas.
Sim. As soluções adotadas devem assegurar mecanismos que permitam a continuidade do serviço e a disponibilidade das aplicações.
Uma solução baseada em VPS pode não corresponder ao modelo SaaS privilegiado no âmbito da migração das aplicações escolares para a Cloud.
Sim. As soluções adotadas devem garantir o cumprimento dos requisitos aplicáveis em matéria de proteção de dados pessoais.
Sim. As soluções Cloud municipais podem ser consideradas válidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
_Soluções Existentes / Equivalentes
Sim. As soluções atualmente utilizadas podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Não. Não existe obrigatoriedade de migração quando a solução atualmente utilizada cumpre os requisitos definidos.
Sim. A manutenção da solução atual é possível, desde que estejam assegurados os requisitos técnicos, funcionais e de segurança exigidos.
Sim. As soluções Cloud municipais podem ser consideradas válidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Sim. Uma infraestrutura cloud municipal pode cumprir os requisitos definidos, desde que assegure os níveis de segurança, integração, interoperabilidade e continuidade exigidos.
Não. Quando as soluções atualmente utilizadas cumprem os requisitos definidos, não existe obrigatoriedade de utilização da verba atribuída.
Sim. As soluções equivalentes podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para a adoção Cloud.
Não. Embora sejam privilegiadas soluções SaaS interoperáveis, não existe obrigatoriedade de adoção exclusiva deste modelo, desde que sejam cumpridos os requisitos definidos.
Sim. As soluções híbridas podem ser consideradas válidas, desde que cumpram os requisitos técnicos, funcionais e de segurança aplicáveis.
Sim. As soluções municipais equivalentes podem ser utilizadas, desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
_Aplicações
Não. A necessidade de migração deve ser analisada em função da situação concreta de cada aplicação e do respetivo enquadramento tecnológico.
Não. As aplicações que já se encontram em ambiente Cloud não requerem novas ações de migração.
A necessidade de migração deve ser avaliada em função da situação atual da aplicação, das suas características técnicas e da sua integração no ecossistema escolar.
Devem ser consideradas prioritárias as aplicações nucleares do Agrupamento de Escolas, designadamente as relacionadas com a gestão de alunos, recursos humanos e outros processos críticos de funcionamento.
Sim. As aplicações que integram o ecossistema escolar devem ser analisadas individualmente, atendendo ao seu papel e ao respetivo grau de integração com os restantes sistemas.
Depende da situação atual da solução. Quando já se encontra em ambiente Cloud não é necessária qualquer intervenção. Nos restantes casos, a necessidade de migração deve ser avaliada.
A necessidade de migração deve ser avaliada caso a caso, considerando o contexto específico da escola e a forma como a solução se encontra implementada.
Não. Quando as aplicações já se encontram em ambiente Cloud não é necessária qualquer intervenção adicional relacionada com a migração.
Não. A análise deve ser efetuada individualmente para cada aplicação, tendo em conta as respetivas características e requisitos.
A necessidade de migração deve ser avaliada caso a caso, em função da solução utilizada e da sua situação atual.
Não. Estas aplicações não são consideradas aplicações nucleares para efeitos de migração.
Não. As aplicações periféricas devem ser objeto de avaliação individual, não existindo uma obrigação uniforme de migração.
As aplicações de cantinas e demais serviços acessórios devem ser analisadas caso a caso, tendo em conta a sua integração com o restante ecossistema escolar.
Sim. A necessidade de migração depende da situação tecnológica atual de cada aplicação, designadamente da sua localização e modelo de funcionamento.
_Execução e Procedimentos
O Agrupamento de Escolas deve contactar os fornecedores das aplicações utilizadas para avaliar e operacionalizar o processo de migração para a Cloud.
Sim. A articulação com os fornecedores é necessária para planear e executar o processo de migração das aplicações.
Sim. A migração pode ser implementada de forma faseada, de acordo com a disponibilidade das soluções, a complexidade técnica e as necessidades do Agrupamento de Escolas.
Nessas situações, o processo pode ser faseado ou ajustado ao calendário de disponibilização da solução pelo fornecedor.
O processo de migração inclui, em regra:
• Inventário das aplicações;
• Planeamento da migração;
• Execução da migração;
• Realização de testes;
• Validação final das soluções.
A duração do processo depende da complexidade das aplicações existentes, das integrações necessárias, da disponibilidade dos fornecedores e do calendário escolar.
Antes do início da migração devem ser avaliadas e asseguradas, designadamente:
• Condições de rede e conectividade;
• Perfis de acesso necessários;
• Requisitos de segurança;
• Conformidade com o RGPD;
• Preparação das equipas envolvidas.
A execução técnica da migração é assegurada, em regra, pelo fornecedor da aplicação.
Sim. Podem existir entidades terceiras a prestar apoio ao processo, sem prejuízo da responsabilidade técnica principal do fornecedor da aplicação.
Sim. O modelo de adoção Cloud admite a contratação de diferentes fornecedores para as várias aplicações utilizadas pelo Agrupamento de Escolas.
Sim. Após a realização da migração devem ser efetuados testes e validações que confirmem o correto funcionamento das aplicações e das respetivas integrações.
Sim. O planeamento da migração deve considerar os períodos críticos de funcionamento da escola e o calendário escolar, de modo a minimizar impactos nas atividades letivas e administrativas.
_Conectividade e Operação
Sim. A conectividade à internet é um fator crítico para a utilização das aplicações escolares em ambiente Cloud, devendo ser avaliada localmente por cada Agrupamento de Escolas.
A suficiência da largura de banda depende do contexto local, designadamente do número de utilizadores, das aplicações utilizadas, dos horários de maior utilização e das condições técnicas da rede.
Sim. A internet disponível pode revelar-se insuficiente, caso não assegure as condições necessárias ao funcionamento regular das aplicações escolares em Cloud.
A continuidade do serviço deve ser assegurada através da existência de condições técnicas adequadas de conectividade, operação e suporte, bem como de mecanismos que permitam mitigar eventuais falhas ou interrupções.
Sim. Devem existir mecanismos de contingência que permitam assegurar a continuidade dos serviços essenciais em caso de falha de conectividade ou indisponibilidade temporária das aplicações.
Antes da adoção das soluções Cloud, devem ser asseguradas condições adequadas de conectividade, funcionamento da rede, acesso dos utilizadores, segurança e capacidade de resposta em caso de indisponibilidade do serviço.
_Elegibilidade de Despesa
Não. As verbas atribuídas possuem um âmbito específico e apenas podem ser utilizadas para as finalidades previstas no respetivo enquadramento.
Não. A verba destinada à formação apenas pode ser utilizada para ações formativas, não podendo financiar atividades de migração técnica.
Não. A verba destinada à formação deve ser utilizada exclusivamente para ações de formação enquadradas no projeto.
Não. A aquisição de equipamentos que não se enquadrem nas tipologias definidas para financiamento não constitui despesa elegível.
Não necessariamente. As licenças podem não estar incluídas no financiamento atribuído, devendo cada Agrupamento de Escolas validar as condições da solução a contratar.
_Comunicação
A comunicação deve ser assegurada entre os Agrupamentos de Escolas, fornecedores e restantes entidades envolvidas, garantindo o alinhamento das atividades e a partilha da informação necessária ao longo de todo o processo.
Devem ser envolvidos os Agrupamentos de Escolas, os fornecedores das aplicações e as restantes entidades que participem no planeamento, implementação e acompanhamento da migração.
Uma comunicação adequada permite assegurar o alinhamento entre os intervenientes, facilitar a coordenação das atividades e minimizar riscos associados ao processo de migração.
_Estratégia
A definição da estratégia deve considerar o contexto específico de cada Agrupamento de Escolas, incluindo as soluções atualmente utilizadas, os recursos disponíveis e os objetivos de evolução tecnológica a médio prazo.
Não. A estratégia deve ser ajustada à realidade de cada Agrupamento de Escolas, atendendo às soluções existentes, aos recursos disponíveis e às necessidades específicas de cada contexto.
_Responsabilidades
As responsabilidades devem estar claramente definidas entre os Agrupamentos de Escolas e os fornecedores, assegurando a adequada execução do processo de migração e o correto funcionamento das soluções adotadas.
O Agrupamento de Escolas é responsável pela decisão, adjudicação, validação e adoção das soluções. Compete aos fornecedores assegurar a execução técnica e a coordenação da migração, garantindo o funcionamento integrado das soluções.
_Âmbito da Formação
A formação deve incidir na utilização funcional das aplicações, incluindo áreas como gestão de alunos, assiduidade, turmas, horários, relatórios e processos administrativos.
A formação destina-se a docentes e pessoal não docente que utilizem as aplicações abrangidas pelo processo de migração.
Devem ser privilegiadas entidades formadoras associadas aos fornecedores das aplicações, enquanto especialistas funcionais das soluções adotadas.
_Sem Ação
Não é necessária qualquer intervenção quando as soluções e condições atualmente existentes já cumprem os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
_Financiamento
O montante atribuído resultou dos dados disponíveis nos sistemas centrais no momento da definição do procedimento.
A atribuição desta verba destinou-se exclusivamente aos agrupamentos cujas aplicações ainda não se encontravam alojadas na Cloud à data da recolha da informação que serviu de base ao cálculo.
O cálculo teve por base a informação disponível nos sistemas centrais, bem como nos elementos recolhidos junto dos fornecedores das aplicações locais.
O financiamento disponibilizado configura um apoio financeiro inicial, pelo que poderá não cobrir a totalidade dos encargos.
Sim. Os custos finais dependem das opções adotadas por cada Agrupamento de Escolas e dos serviços contratados, podendo existir encargos adicionais.
Sim. Os Agrupamentos de Escolas devem considerar eventuais custos recorrentes associados à utilização e manutenção das soluções adotadas.
Podem existir custos anuais associados aos serviços disponibilizados pelos fornecedores, devendo estes ser considerados na avaliação da solução a adotar.
Não existe garantia de financiamento para anos futuros.
Não se encontra previsto reforço automático do financiamento atribuído.
Este é um processo evolutivo e poderão existir ajustamentos ou novas fases de implementação, não existindo, contudo, garantia de financiamento adicional.
A requisição de verbas deve cingir-se aos montantes indispensáveis para a liquidação das despesas comprovadamente devidas.
Não. As verbas devem ser requisitadas de acordo com a informação disponibilizada nas Área Reservada das Escolas.
Não. As regras de financiamento não permitem a transferência de verbas entre rubricas, independentemente do sentido da transferência.
Cada Agrupamento de Escolas deve avaliar e assumir os encargos associados às soluções que decidir adotar, incluindo eventuais custos futuros.
A adoção de soluções Cloud constitui uma decisão do Agrupamento de Escolas, que deve avaliar os custos e benefícios associados à solução pretendida.
_Modelos de Adoção Cloud
Não. Não existe obrigação de concentrar todas as aplicações escolares num único ambiente Cloud. Os Agrupamentos de Escolas podem adotar soluções diferenciadas, desde que sejam asseguradas a interoperabilidade, a segurança e a continuidade do serviço.
Sim. É admissível a adoção de modelos multicloud, desde que sejam garantidas a interoperabilidade entre sistemas, a segurança da informação e a continuidade dos serviços.
Não. Não existe um modelo único de Cloud definido. Cada Agrupamento de Escolas pode optar pela solução que melhor se adeque ao seu contexto e às suas necessidades, desde que sejam cumpridos os requisitos estabelecidos.
Não. Não existe obrigação de recorrer a um integrador único para assegurar o processo de migração das aplicações escolares para a Cloud.
Não necessariamente. O recurso a um integrador depende do modelo de implementação adotado pelo Agrupamento de Escolas e dos serviços disponibilizados pelos fornecedores das aplicações.
Sim. A utilização de abordagens de migração do tipo lift and shift é admissível, desde que sejam asseguradas as condições necessárias para a continuidade do serviço e o adequado funcionamento das aplicações.
Não. O modelo privilegia soluções disponibilizadas em ambiente Cloud, não exigindo, em regra, a aquisição de infraestrutura local adicional para efeitos de migração.
São privilegiadas soluções SaaS interoperáveis, num modelo descentralizado, multifornecedor e predominantemente baseado em cloud pública, sem imposição de plataformas específicas.
_Requisitos da Solução
As soluções adotadas devem garantir condições adequadas de integração, segurança, continuidade de serviço e interoperabilidade com os restantes sistemas utilizados pelas escolas.
Sim. As soluções atualmente utilizadas podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Sim. As soluções devem assegurar a integração com os sistemas centrais relevantes, permitindo a troca de informação necessária ao funcionamento dos serviços e processos escolares.
As soluções devem garantir níveis adequados de segurança da informação, proteção dos dados e continuidade do serviço.
As soluções devem cumprir os requisitos legais aplicáveis em matéria de proteção de dados pessoais e demais obrigações legais associadas à sua utilização.
A interoperabilidade deve ser garantida através de mecanismos aplicacionais adequados, nomeadamente através da utilização de interfaces e serviços que permitam a comunicação entre sistemas.
Sim. As soluções adotadas devem assegurar mecanismos que permitam a continuidade do serviço e a disponibilidade das aplicações.
Uma solução baseada em VPS pode não corresponder ao modelo SaaS privilegiado no âmbito da migração das aplicações escolares para a Cloud.
Sim. As soluções adotadas devem garantir o cumprimento dos requisitos aplicáveis em matéria de proteção de dados pessoais.
Sim. As soluções Cloud municipais podem ser consideradas válidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
_Soluções Existentes / Equivalentes
Sim. As soluções atualmente utilizadas podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Não. Não existe obrigatoriedade de migração quando a solução atualmente utilizada cumpre os requisitos definidos.
Sim. A manutenção da solução atual é possível, desde que estejam assegurados os requisitos técnicos, funcionais e de segurança exigidos.
Sim. As soluções Cloud municipais podem ser consideradas válidas desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Sim. Uma infraestrutura cloud municipal pode cumprir os requisitos definidos, desde que assegure os níveis de segurança, integração, interoperabilidade e continuidade exigidos.
Não. Quando as soluções atualmente utilizadas cumprem os requisitos definidos, não existe obrigatoriedade de utilização da verba atribuída.
Sim. As soluções equivalentes podem ser mantidas desde que cumpram os requisitos definidos para a adoção Cloud.
Não. Embora sejam privilegiadas soluções SaaS interoperáveis, não existe obrigatoriedade de adoção exclusiva deste modelo, desde que sejam cumpridos os requisitos definidos.
Sim. As soluções híbridas podem ser consideradas válidas, desde que cumpram os requisitos técnicos, funcionais e de segurança aplicáveis.
Sim. As soluções municipais equivalentes podem ser utilizadas, desde que cumpram os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
_Aplicações
Não. A necessidade de migração deve ser analisada em função da situação concreta de cada aplicação e do respetivo enquadramento tecnológico.
Não. As aplicações que já se encontram em ambiente Cloud não requerem novas ações de migração.
A necessidade de migração deve ser avaliada em função da situação atual da aplicação, das suas características técnicas e da sua integração no ecossistema escolar.
Devem ser consideradas prioritárias as aplicações nucleares do Agrupamento de Escolas, designadamente as relacionadas com a gestão de alunos, recursos humanos e outros processos críticos de funcionamento.
Sim. As aplicações que integram o ecossistema escolar devem ser analisadas individualmente, atendendo ao seu papel e ao respetivo grau de integração com os restantes sistemas.
Depende da situação atual da solução. Quando já se encontra em ambiente Cloud não é necessária qualquer intervenção. Nos restantes casos, a necessidade de migração deve ser avaliada.
A necessidade de migração deve ser avaliada caso a caso, considerando o contexto específico da escola e a forma como a solução se encontra implementada.
Não. Quando as aplicações já se encontram em ambiente Cloud não é necessária qualquer intervenção adicional relacionada com a migração.
Não. A análise deve ser efetuada individualmente para cada aplicação, tendo em conta as respetivas características e requisitos.
A necessidade de migração deve ser avaliada caso a caso, em função da solução utilizada e da sua situação atual.
Não. Estas aplicações não são consideradas aplicações nucleares para efeitos de migração.
Não. As aplicações periféricas devem ser objeto de avaliação individual, não existindo uma obrigação uniforme de migração.
As aplicações de cantinas e demais serviços acessórios devem ser analisadas caso a caso, tendo em conta a sua integração com o restante ecossistema escolar.
Sim. A necessidade de migração depende da situação tecnológica atual de cada aplicação, designadamente da sua localização e modelo de funcionamento.
_Execução e Procedimentos
O Agrupamento de Escolas deve contactar os fornecedores das aplicações utilizadas para avaliar e operacionalizar o processo de migração para a Cloud.
Sim. A articulação com os fornecedores é necessária para planear e executar o processo de migração das aplicações.
Sim. A migração pode ser implementada de forma faseada, de acordo com a disponibilidade das soluções, a complexidade técnica e as necessidades do Agrupamento de Escolas.
Nessas situações, o processo pode ser faseado ou ajustado ao calendário de disponibilização da solução pelo fornecedor.
O processo de migração inclui, em regra:
• Inventário das aplicações;
• Planeamento da migração;
• Execução da migração;
• Realização de testes;
• Validação final das soluções.
A duração do processo depende da complexidade das aplicações existentes, das integrações necessárias, da disponibilidade dos fornecedores e do calendário escolar.
Antes do início da migração devem ser avaliadas e asseguradas, designadamente:
• Condições de rede e conectividade;
• Perfis de acesso necessários;
• Requisitos de segurança;
• Conformidade com o RGPD;
• Preparação das equipas envolvidas.
A execução técnica da migração é assegurada, em regra, pelo fornecedor da aplicação.
Sim. Podem existir entidades terceiras a prestar apoio ao processo, sem prejuízo da responsabilidade técnica principal do fornecedor da aplicação.
Sim. O modelo de adoção Cloud admite a contratação de diferentes fornecedores para as várias aplicações utilizadas pelo Agrupamento de Escolas.
Sim. Após a realização da migração devem ser efetuados testes e validações que confirmem o correto funcionamento das aplicações e das respetivas integrações.
Sim. O planeamento da migração deve considerar os períodos críticos de funcionamento da escola e o calendário escolar, de modo a minimizar impactos nas atividades letivas e administrativas.
_Conectividade e Operação
Sim. A conectividade à internet é um fator crítico para a utilização das aplicações escolares em ambiente Cloud, devendo ser avaliada localmente por cada Agrupamento de Escolas.
A suficiência da largura de banda depende do contexto local, designadamente do número de utilizadores, das aplicações utilizadas, dos horários de maior utilização e das condições técnicas da rede.
Sim. A internet disponível pode revelar-se insuficiente, caso não assegure as condições necessárias ao funcionamento regular das aplicações escolares em Cloud.
A continuidade do serviço deve ser assegurada através da existência de condições técnicas adequadas de conectividade, operação e suporte, bem como de mecanismos que permitam mitigar eventuais falhas ou interrupções.
Sim. Devem existir mecanismos de contingência que permitam assegurar a continuidade dos serviços essenciais em caso de falha de conectividade ou indisponibilidade temporária das aplicações.
Antes da adoção das soluções Cloud, devem ser asseguradas condições adequadas de conectividade, funcionamento da rede, acesso dos utilizadores, segurança e capacidade de resposta em caso de indisponibilidade do serviço.
_Elegibilidade de Despesa
Não. As verbas atribuídas possuem um âmbito específico e apenas podem ser utilizadas para as finalidades previstas no respetivo enquadramento.
Não. A verba destinada à formação apenas pode ser utilizada para ações formativas, não podendo financiar atividades de migração técnica.
Não. A verba destinada à formação deve ser utilizada exclusivamente para ações de formação enquadradas no projeto.
Não. A aquisição de equipamentos que não se enquadrem nas tipologias definidas para financiamento não constitui despesa elegível.
Não necessariamente. As licenças podem não estar incluídas no financiamento atribuído, devendo cada Agrupamento de Escolas validar as condições da solução a contratar.
_Comunicação
A comunicação deve ser assegurada entre os Agrupamentos de Escolas, fornecedores e restantes entidades envolvidas, garantindo o alinhamento das atividades e a partilha da informação necessária ao longo de todo o processo.
Devem ser envolvidos os Agrupamentos de Escolas, os fornecedores das aplicações e as restantes entidades que participem no planeamento, implementação e acompanhamento da migração.
Uma comunicação adequada permite assegurar o alinhamento entre os intervenientes, facilitar a coordenação das atividades e minimizar riscos associados ao processo de migração.
_Estratégia
A definição da estratégia deve considerar o contexto específico de cada Agrupamento de Escolas, incluindo as soluções atualmente utilizadas, os recursos disponíveis e os objetivos de evolução tecnológica a médio prazo.
Não. A estratégia deve ser ajustada à realidade de cada Agrupamento de Escolas, atendendo às soluções existentes, aos recursos disponíveis e às necessidades específicas de cada contexto.
_Responsabilidades
As responsabilidades devem estar claramente definidas entre os Agrupamentos de Escolas e os fornecedores, assegurando a adequada execução do processo de migração e o correto funcionamento das soluções adotadas.
O Agrupamento de Escolas é responsável pela decisão, adjudicação, validação e adoção das soluções. Compete aos fornecedores assegurar a execução técnica e a coordenação da migração, garantindo o funcionamento integrado das soluções.
_Âmbito da Formação
A formação deve incidir na utilização funcional das aplicações, incluindo áreas como gestão de alunos, assiduidade, turmas, horários, relatórios e processos administrativos.
A formação destina-se a docentes e pessoal não docente que utilizem as aplicações abrangidas pelo processo de migração.
Devem ser privilegiadas entidades formadoras associadas aos fornecedores das aplicações, enquanto especialistas funcionais das soluções adotadas.
_Sem Ação
Não é necessária qualquer intervenção quando as soluções e condições atualmente existentes já cumprem os requisitos definidos para o modelo de adoção Cloud.
Atualizado em 03 Jul 2026